quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pedro Seromenho Rocha no Agrupamento


Pedro Seromenho visita-nos uma vez mais, agora para apresentar o seu mais recente livro "Porque é que os animais não conduzem?"



Pedro Seromenho Rocha,de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde actualmente reside.

Embora formado em Economia, Pedro Seromenho dedica-se inteiramente a escrever e a ilustrar livros para várias editoras nacionais e estrangeiras.

A sua primeira obra foi um livro de poesia, Rostos e Risos, editado em 2000 pela Editora Calidum.

Em 2001, Pedro colaborou na revista anual Águas Furtadas do Núcleo de Jornalismo Académico do Porto, e também tem feito algumas exposições individuais e colectivas.

Os seus interesses literários centram-se na temática da narrativa infantil - juvenil.

Depois do sucesso do livro A Nascente de Tinta, o autor regressou ao mundo do sonho e da imaginação com O Reino do Silêncio.

Em 2009, publicou o romance juvenil 900, história de um rei, tratando de forma diferente e pedagógica a vida, as batalhas e as paixões do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

Mais recentemente, foram lançados os livros infantis A estrelinha pálida e Porque é que os animais não conduzem?

Folhear os seus livros é viajar pelo mundo da beleza, do sonho, do encanto e da harmonia.

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - Fase Distrital em Barcelos

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Semana Interconcelhia da Leitura

cartaz Pradoprograma 3

domingo, 3 de abril de 2011

Dia Internacional do Livro Infantil


Mensagem Do 2 de Abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - fase distrital

Concurso Nacional de Leitura - Fase Distrital Programa[1]

quarta-feira, 30 de março de 2011

Concurso Nacional de Leitura - Final Distrital Regulamento[1]

Dia internacional do Livro infantil

Conhecer um escritor

A próxima convidada é... a escritora Maria Luísa Bliebernicht Ducla Soares Sottomayor Cardia.


Sabes quem é? Luísa Ducla Soares é o nome com que assina os seus livros.

Tem 72 anos, foi jornalista e tradutora, e até já escreveu guiões para televisão. Mas o que ela gosta mesmo de fazer, como conta no Facebook, é escrever livros infantis e juvenis. Gosta tanto que já publicou mais de oitenta livros, como O Soldado João, O Sultão Solimão e o Criado Maldonado, A Menina do Capuchinho Vermelho no século XXI, ou 25 - que é um livro de poemas acompanhado por um CD, feito para homenagear o 25 de Abril.


Entre os temas abordados por esta escritora muito simpática, há de tudo: histórias bem humoradas com animais ou fantasmas, ou ainda lenga-lengas e histórias inspiradas na tradição oral portuguesa; mas ela também inventou contos mais sérios, sobre as guerras, o ambiente, ou as diferenças entre as pessoas. Não admira que já tenha ganho vários prémios nacionais e internacionais. Mas o mais importante, diz ela, é que continua a gostar muito de escrever e de conhecer quem a lê.


A Luísa Ducla Soares conta que começou a escrever para inventar histórias para o irmão, que é dez anos mais novo, e que detestava todos os livros que lhe ofereciam! E que os seus livros preferidos, quando era pequena, eram os livros do Julio Verne e do Eça de Queirós. Não ficas cheio de vontade de lhe fazer mais perguntas?


OS LIVROS DE LUISA DUCLA SOARES


O Mar

Este livro parece uma onda. A autora escreveu um longo poema, onde fala de tudo o que o mar guarda: peixes, barcos, golfinhos... Mas como nem toda a gente respeita o mundo marinho, ela chama ainda a atenção para o lixo que, hoje em dia, também é deitado às ondas. Uma obra para pensar na natureza, na ecologia e na nossa ligação ao mar.


O Soldado João

Esta história foi escrita em 1973, ainda Portugal estava envolvido numa guerra - a guerra colonial. A escritora imaginou um soldadinho que, em vez de cerrar fileiras com os companheiros e disparar sobre os inimigos, preferia caçar borboletas e servir café aos soldados do outro lado. O soldado João é um pacifista e quer voltar aos campos onde sachava milho, regava cravos, e semeava couves e manjericos. Um livro que tem, ao mesmo tempo, bom humor e crítica social.


Se Os Bichos se Vestissem Como Gente

Se uma centopeia calçasse sapatos, quantos pares de sapatos é que precisava de comprar? E como é que um porco-espinho pode vestir uma camisa? Estas são algumas das questões levantadas nesta obra divertida, cheia de ilustrações, que mistura animais e roupas - uma coisa muito absurda, não concordas?


O Rapaz que Vivia na Televisão e outras histórias

Era uma vez um rapazinho chamado Tiago que, assim que acordava, ligava logo a televisão. Nem queria saber de ir para a escola, o que lhe interessava era ver tudo o que se passava dentro do aparelho doméstico. Mas, um dia, a televisão avariou... e tens que ler o resto para saber o que lhe aconteceu, e conhecer as outras histórias aqui escritas sobre princesas, dragões ou gotas de água.


A Menina do Capuchinho Vermelho no Século XXI

Toda a gente ouviu a história do Capuchinho Vermelho: a menina que se perdeu na floresta, a caminho da casa da avó, e foi surpreendida por um lobo mau. Este livro tem uma versão diferente: a autora modernizou esta personagem, isto é, colocou a história nos dias de hoje. Aqui, a Capuchinho e a avó vão passar o dia numa reserva... do lobo ibérico.


A Cidade dos Cães

Um dia, um senhor comprou uma grande quinta e construiu uma cidade de acordo com os gostos e necessidades dos cães. Lá, havia árvores à porta das casotas, existia um cinema com cheiros, e até havia um estádio onde os cachorros podiam correr atrás das lebres... Tudo correu bem até ao dia que os cães se lembraram de fazer eleições. Um deles, o feroz Kaiser, quis ser imperador e começou a tratar mal todos os outros...


Seis Histórias às Avessas

Ao ler este conjunto de contos, vais ter que descobrir porque é que algumas histórias parecem diferentes, assim como se estivessem de pernas para o ar. Os protagonistas são um vampiro, um monstro, uma princesa, uma máquina do tempo, um príncipe, e uma sereia. Mas nenhuma deles parece desempenhar o papel habitual. É um princípio original para um livro, não te parece?


Contos para Rir

A literatura não tem que ser sempre séria; pelo contrário, há muitas obras pensadas para nos fazerem rir, mesmo quando tratam de coisas sérias. Neste livro, a Luísa Ducla Soares pegou numa mão-cheia de contos tradicionais e resolveu contá-los à sua maneira, inventando aventuras novas e peripécias com piada.


A Cavalo no Tempo

Este conjunto de poemas tem, em comum, a ideia de tempo que passa: todos nascemos, crescemos, e vamos ficando mais velhos e experientes, acumulando memórias. A autora aproveita esta forma em versos para abordar temas tão diferentes como a família, os computadores, a guerra, as brincadeiras...


Os Três Porquinhos

Quem é que não leu já uma versão da história dos três porquinhos que constroem casas para fugir do lobo mau? O primeiro faz uma casota de palha - que o lobo sopra e derruba; o segundo levanta uma habitação de madeira - que o lobo sopra e destrói; e o terceiro porquinho constrói uma casa de pedra sólida - que o lobo mau não consegue deitar abaixo. Nesta versão, as coisas acontecem de maneira diferente e o final é inesperado.


Brincar com as Palavras

Letras e palavras são a matéria-prima escolhida para estes poemas da Luisa Ducla Soares. Aqui, fala-se tanto das aventuras da gramática como dos nossos nomes. Este livro tem ainda uma surpresa: vem acompanhado de um CD, com os poemas musicados. E na primeira faixa podemos até ouvir a própria autora a recitar o poema-título.


O Sultão Solimão e o Criado Maldonado

Uma história exemplar, contada em verso, sobre um sultão poderosíssimo e o seu criado pobre. O livro mostra as vidas diferentes que cada um leva: o rei manda no palácio, o criado tem que seguir ordens. Mas vais perceber que a riqueza não significa felicidade instantânea e que as pessoas podem sempre tentar mudar as circunstâncias difíceis em que se encontram.


Para mais informação, consultar em:

http://aeiou.visao.pt/os-livros-de-luisa-ducla-soares=f593493

domingo, 20 de março de 2011

SEMANA DA LEITURA / Feira do Livro do Agrupamento


No dia 21 de março, começa a nossa Semana da Leitura / Feira do Livro.
Neste Dia Mundial da Poesia, vamos homenagear a escritora Matilde Rosa Araújo e celebrar a poesia!
Participa nas nossas actividades!
Consulta o desdobrável:
Fora
dentro

quinta-feira, 10 de março de 2011

8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!

Florbela Espanca

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Visita de estudo - Teatro: "A aventura de Ulisses" e a Serralves

No passado dia 9 de Fevereiro, os alunos do 6º ano deslocaram-se ao Porto, para assitir, na parte da manhã, à peça de teatro "A aventura de Ulisses", em exibição no Teatro Campo Alegre e à tarde, visitaram a Fundação de Serralves.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Dia de S. Valentim

Dizei lá: o que é o amor?

Corações juntos ....................e unidos. Um ve
neno mais que doce. ............Dor que faz bem aos
sentidos. Seta que acerta .....e adormece. Obra que
ao mundo traz gente. .Moço fogoso e atrevido. Um
jogo que afinal mente. Chama de braseiro de Cupi
do. Fardo leve de levar. Menino amável galante.
Tristeza .que dá prazer. .Corda que prende o
amante. Ser cego, sombrio, sinistro. Noite
de gozo e grandeza. Livro já lido e revis
to. Fausto de fugaz beleza. Feira de
comprar remorsos. Desrazão in
teligente. Estrada de muitos
cansaços. Fogo que
arde eterna
men
te.

Georg Philip Handsdörffer (1607 - 1658)